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Homens e mulheres podem “construir” uma sociedade sem violência

- Apela ministra do Género, Criança e Acção Social nas comemorações do Dia Internacional da Mulher

 

Os homens e mulheres unidos podem construir uma sociedade livre de violência e discriminação, com os mesmos direitos e oportunidades para ambos sexos, defendeu recentemente, na Cidade da Beira a ministra do Género, Criança e Acção Social, no decurso das comemorações do Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, que decorreu sob lema “As Mulheres no Mundo do Trabalho em Mudança: Por um Planeta 50-50 em 2030”.

 

Numa cerimónia bastante concorrida que paralisou a Cidade da Beira e que contou com a Governadora de Sofala, Maria Helena Taipo, representantes do Conselho Municipal da Beira e outras estruturas locais, Cidália Chaúque Oliveira exortou a todas forças da sociedade a unir esforços sobretudo, investindo, cada vez mais na mulher e na rapariga, com vista ao desenvolvimento humano e sustentável destes grupos face a violência que tende a aumentar nos últimos meses.

 

Entretanto, na ocasião, a governante fonte indicou avanços registados na promoção da igualdade de género e implementação dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável no país, sobretudo no Objectivo 5 que visa alcançar a igualdade de género e empoderar as mulheres e raparigas no âmbito da agenda nacional de desenvolvimento até 2030

No rol dos avanços destaca-se a criação de condições para o bem-estar das populações e a melhoria dos índices de Desenvolvimento Humano como a implementação da Estratégia Nacional de Prevenção e Combate dos Casamentos Prematuros; promoção do acesso e retenção da rapariga a educação nos diferentes níveis de ensino. Outros avanços tem a ver com acções de saúde sexual e reprodutiva, saúde materno-infantil, prevenção e combate ao cancro de útero e da mama, bem como acções de redução da vulnerabilidade das raparigas ao HIV, com vista a educação e formação técnico profissional e empoderamento económico da mulher e rapariga.

 

Moçambique ratificou vários instrumentos de carater internacional e regional, em matérias de direitos humanos com destaque para a Declaração Universal dos Direitos Humanos, Convenção para Eliminação de Todas Formas de Discriminação Contra as Mulheres, Protocolo da Carta Africana sobre Direitos Humanos e dos Povos, relativos aos Direitos das Mulheres, a Declaração de Género da SADC e a Declaração Solene dos Chefes de Estado da União Africana. (DCI)

A Governadora de Sofala desafiou as mulheres da sua província e não só, a desdobrarem-se na iniciativa Presidencial para o aumento da produção e produtividade no seu dia-a-dia com vista a criar rendimentos próprios para o auto- sustento e comercialização.

 

“Queremos desafiar a toda mulher da nossa província, para colocar em primeiro plano estes desafios, concentrando-se sobretudo, nas culturas bandeiras que elegemos; arroz e milho, feijão boer e camarão…para reforço da segurança alimentar e geração de renda, sem prejuízo de outras culturas”, apelou Taipo acrescentando que as mulheres devem continuar a difundir mensagens de Paz, junto às comunidades. 

 

Igualmente, a governadora encorajou as mulheres a concentrar seus esforços na protecção da família e na construção do desenvolvimento nacional e na promoção do seu espaço de cidadania e de participação social.

O Governo continua a assegurar a implementação efectiva dos princípios e visão plasmados em vários instrumentos que advogam a eliminação de todas as formas de discriminação e estigma sobre a mulher. “ O governo e pela promoção do trabalho digno, e empoderamento da mulher para o rápido aproveitamento de oportunidades disponibilizadas para o seu relançamento socioeconómico”.

 

Referiu que o país regista uma grande abertura na integração da mulher no desenvolvimento, desde povoações, localidades, postos administrativos, instituições públicas, empresas e profissões liberais; na Educação e Saúde, no empreendedorismo, associações, Funcionárias Pública, jornalistas, médicas, advogadas, membros dos conselhos consultivos, das assembleias municipais, provincial e da República, vereadoras, chefes de posto, administradoras, governadoras e ministras.

“Essas mulheres exercem as suas tarefas com competência, criatividade e profissionalismo, o que torna o país uma referência na região em matéria da promoção da equidade do género”, frisou Taipo.